As finais restantes do Mundial de Skate aconteceram com atraso após uma tarde de chuva intensa em São Paulo. Na categoria park masculino, o catarinense Kalani Konig conquistou o vice-campeonato mundial.

    O espanhol Egoitz Bijueska ficou com o título, subindo ao lugar mais alto do pódio na noite de domingo. Todos os finalistas, incluindo o compatriota Luigi Cini, tinham direito a três voltas na competição de park.

    Os cinco primeiros colocados fizeram uma quarta volta. Kalani Konig chegou a essa etapa extra na segunda posição e chegou a ultrapassar o líder temporário, marcando mais de 94 pontos.

    No entanto, Egoitz Bijueska, que foi o último a se apresentar, fez 95.83 pontos e se tornou o campeão mundial. O brasileiro Kalani Konig, atual campeão do STU na modalidade park, ficou com a medalha de prata aos 18 anos.

    Na categoria street masculino, outro brasileiro, Wallace Gabriel, terminou na quinta colocação. O título mundial ficou com o japonês Toa Sasaki.

    O peruano Angelo Caro foi o vice-campeão, e o também japonês Sora Shirai ficou com o terceiro lugar. No feminino, a final do street foi realizada antes da chuva.

    A brasileira Rayssa Leal terminou na quarta colocação. O pódio da categoria street feminino foi totalmente japonês: Ibuki Matsumoto em primeiro, Nanami Onishi em segundo e Coco Yoshizawa em terceiro.

    Em relação a um incidente durante a competição, a skatista Rayssa Leal disse que está tudo bem com seu joelho após uma queda. Ela chorou no decorrer do Mundial, mas afirmou que “foi só susto” e que o “joelhinho tá bom”.

    O Mundial de Skate em São Paulo reuniu os melhores atletas da modalidade. A organização do evento precisou ajustar os horários devido às condições climáticas, mas todas as finais foram realizadas.

    O resultado consolida a presença do Brasil entre as principais forças do skate mundial, com atletas jovens alcançando posições de destaque. A performance dos competidores japoneses também chamou a atenção, com vários pódios conquistados.

    Cristina Leroy Silva

    Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.